Se você soubesse o poder do jejum intermitente, faria ele todos os dias da sua vida
Ninguém nunca te contou sobre os benefícios do jejum, mas o Dr. João Ferrari conta:
✓ Redução da resistência à insulina;
✓ Redução da inflamação crônica;
✓ Aumento da queima de gordura;
✓ Melhora da saciedade natural;
✓ Melhora do foco e clareza mental;
✓ Estímulo da autofagia;
✓ Redução do risco de diabetes tipo 2;
✓ Melhora da saúde cardiovascular.
Não é só ficar sem comer. Jejum é uma habilidade que precisa ser aprendida.
Se você não usa medicamentos que reduzem a fome, como os análogos de GLP1 (canetinhas), o corpo precisa ser adaptado corretamente para evitar sofrimento e desistência.
O segredo...
Comece ajustando o horário da última refeição do dia, reduzindo aos poucos, semana a semana.
Essa adaptação pode levar de duas semanas a um mês, dependendo de cada pessoa.
Exemplo prático:
Jantava às 22h, passe para 21h, depois 20h, até chegar próximo das 18h. A primeira refeição deve priorizar gordura boa, proteína e fibras.
Evite açúcar e carboidratos simples nesse momento para não gerar pico de glicemia.
Boas opções:
Ovos, abacate, azeite, oleaginosas, iogurte natural integral, café sem açúcar.
QUANTAS HORAS DE JEJUM?
O modelo 16 por 8 é o mais utilizado no mundo.
São 16 horas de jejum e 8 horas de janela alimentar.
Esse formato é o mais usado porque traz benefícios metabólicos, é fácil de manter e gera resultados consistentes.
Os efeitos começam a aparecer após 12 horas sem ingestão calórica.
Jejuns mais longos ampliam os benefícios:
Mais autofagia, menor resistência à insulina, mais queima de gordura e energia mais estável ao longo do dia
Bebidas sem calorias não quebram o jejum: água, café sem açúcar, chá, água com gás, agua com limão sem açúcar.
O jejum não se torna fácil por força de vontade, mas por adaptação hormonal.
Com o tempo, há regulação da fome, melhora do foco, mais energia e menos compulsão alimentar.
É nesse ponto que o jejum deixa de ser sacrifício e vira um estilo de vida sustentável.
