Ferro x ferritina: entenda a diferença
Ferro e ferritina são a mesma coisa? Nem sempre o exame “normal” significa que está tudo bem.
O ferro é um mineral essencial. Ele é necessário para formação da hemoglobina, que transporta o oxigênio e assim fornece energia às células. Mas ele circula no sangue — e, sozinho, não mostra se há reservas suficientes.
A ferritina é uma proteína que armazena o ferro dentro das células.
Ela mostra o quanto o corpo tem de reserva — por isso, é o exame mais sensível para detectar carência de ferro.
Muitos exames mostram ferro “normal”, mas a ferritina está baixa... e o corpo já sente:
- Cansaço;
- Queda de cabelo;
- Falta de foco;
- Unhas fracas;
- Falta de ar e fraqueza.
Isso acontece porque, sem reserva de ferro, o corpo não consegue produzir energia e nem transportar oxigênio suficientes, mesmo que o ferro do sangue pareça adequado. E é aí que começam os sintomas.
NÍVEL IDEAL DE FERRITINA: ENTRE 70 E 150!
Em caso de ferritina baixa, a reposição de ferro venosa muitas vezes se mostra mais vantajosa que a oral:
- Melhora clínica e laboratorial mais imediata;
- É uma via mais eficaz para quem tem dificuldade de absorção;
- Não traz os efeitos gastrointestinais da reposição oral: dor estomacal e intestino preso.
Quando a ferritina está alta nem sempre é bom sinal. Ferritina elevada pode indicar inflamação ou sobrecarga de ferro, situações que exigem acompanhamento médico e exames complementares.
“Eu sempre avalio ferro e ferritina juntos — porque só assim entendemos se o corpo tem o que precisa ou se está tentando compensar uma deficiência.”
Agende sua consulta para investigar seus níveis de ferro e equilibrar o seu corpo de forma completa.
