Ferro x ferritina: entenda a diferença

10/11/2025

Ferro e ferritina são a mesma coisa? Nem sempre o exame “normal” significa que está tudo bem.

O ferro é um mineral essencial. Ele é necessário para formação da hemoglobina, que transporta o oxigênio e assim fornece energia às células. Mas ele circula no sangue — e, sozinho, não mostra se há reservas suficientes.

A ferritina é uma proteína que armazena o ferro dentro das células.

Ela mostra o quanto o corpo tem de reserva — por isso, é o exame mais sensível para detectar carência de ferro.

Muitos exames mostram ferro “normal”, mas a ferritina está baixa... e o corpo já sente:

  • Cansaço;
  • Queda de cabelo;
  • Falta de foco;
  • Unhas fracas;
  • Falta de ar e fraqueza.

Isso acontece porque, sem reserva de ferro, o corpo não consegue produzir energia e nem transportar oxigênio suficientes, mesmo que o ferro do sangue pareça adequado. E é aí que começam os sintomas.

NÍVEL IDEAL DE FERRITINA: ENTRE 70 E 150!

Em caso de ferritina baixa, a reposição de ferro venosa muitas vezes se mostra mais vantajosa que a oral:

  • Melhora clínica e laboratorial mais imediata;
  • É uma via mais eficaz para quem tem dificuldade de absorção;
  • Não traz os efeitos gastrointestinais da reposição oral: dor estomacal e intestino preso.

Quando a ferritina está alta nem sempre é bom sinal. Ferritina elevada pode indicar inflamação ou sobrecarga de ferro, situações que exigem acompanhamento médico e exames complementares.

“Eu sempre avalio ferro e ferritina juntos — porque só assim entendemos se o corpo tem o que precisa ou se está tentando compensar uma deficiência.”

Agende sua consulta para investigar seus níveis de ferro e equilibrar o seu corpo de forma completa.