5 ativos da terapia injetável

5 ativos da terapia injetável
03/11/2026

Que tratam a fadiga mitocondrial.

1 CARNITINA

A carnitina é essencial para transportar o ácido graxo até a mitocôndria, onde ele será convertido em energia.

Nem todo paciente responde bem ao tratamento oral, e você já viu isso no consultório.

Sem ela, o metabolismo lipídico trava e o paciente acumula ácido lático, gerando mais fadiga.

Ideal em casos de resistência ao emagrecimento, performance baixa e estafa física frequente.

2 COENZIMA Q10 (Ubiquinol)

Participa da cadeia transportadora de elétrons dentro da mitocôndria, favorecendo a síntese de ATP.

Quando a produção energética está comprometida, a CoQ10 injetável otimiza a respiração celular e reduz o estresse oxidativo.

Importante para pacientes com baixa vitalidade, fadiga crônica e déficit de foco.

3 ÁCIDO ALFA-LIPÓICO

Age como um regenerador mitocondrial, além de reciclar outros antioxidantes, como a glutationa.

Também melhora a captação de glicose e reduz inflamação sistêmica.

Indicado para pacientes com síndrome metabólica, resistência insulínica e cansaço associado a inflamação.

4 Glutationa (EV)

Principal antioxidante endógeno. Atua diretamente sobre o estresse oxidativo mitocondrial e regula a resposta inflamatória.

Seu uso injetável acelera a recuperação de células danificadas e melhora a eficiência bioenergética.

Útil em pacientes com “brain fog”, histórico de uso prolongado de medicamentos e cansaço não resolvido por outras vias.

5 COMPLEXO B (B2, B3, B5 e B6)

São cofatores fundamentais para o ciclo de Krebs e para a síntese de neurotransmissores.

Deficiências são comuns e impactam diretamente na produção de energia e na saúde neurológica.

Essencial em casos de fadiga neuropsíquica, queda de performance cognitiva e sintomas associados a estresse crônico.

POR QUE USAR A VIA INJETÁVEL?

Pacientes com fadiga mitocondrial, inflamação intestinal ou absorção comprometida não respondem bem à suplementação oral.

A via injetável garante 100% de biodisponibilidade e resposta clínica mais rápida, e estudos e a própria prática mostram maior eficácia com via EV (endovenosa) ou IM (intramuscular) nesses casos.