E se não houvesse os impostos...

13/01/2020

Seria uma utopia pensarmos assim né, porém, considerando que o Brasil possui uma das mais altas cargas tributárias do mundo, desde o registro de qualquer imóvel, a compra dos materiais para construí-lo, a refeição que o pessoal da obra faz, o meio de transporte utilizado pelo trabalhador para chegar até o local de trabalho, suas roupas, seus calçados, em tudo isso o cidadão é imposto a pagar imposto e, caso ao longo da vida ele conseguir fazer algum patrimônio, quando falecer também terá que arcar com tributos.

Os tributos estão entre a vida e a morte, pena que é só sobre a nossa e não a dele.

Que bom seria se o Governo conseguisse diminuir os gastos, porque grande parte dos impostos que você paga vai para custear a máquina publica, em média 13,6% vão para a administração publica, se formos considerar todos os gastos o valor de referencia do ano de 2017 foi de R$ 3,6 trilhões anuais, desse valor 2,3 trilhões era somente com a previdência social, esse o grande motivo da necessidade da reforma, a arrecadação do governo, mesmo o Brasil tendo uma média de 35% de impostos sobre o consumo que, é considerado alto, não conseguia ficar superavitário (positivo) em relação da receita x despesa.

Contudo, sabendo que próximo de quatro meses de trabalhado do cidadão é para pagar impostos, a próxima reforma deverá ser a redução das despesas, cargos e custos da máquina publica, mais conhecida como reforma administrativa.

Quando Israel ficou sem Governo, muitas catástrofes ocorreram justamente por não ser governado por ninguém, inclusive quase uma das doze tribos foi extinta, a relação disso com os impostos é que precisamos sim de Governo quem possa dar destino aos tributos para que a sociedade se beneficie, porém de forma ordenada, justa e incorruptível, que irá ocorrer, ou será próximo disso, desde que tenhamos menos o Estado interferindo na vida das pessoas, diminuindo sim o custo de vida do cidadão brasileiro.