Enquanto Brasil e Estados Unidos discutem as pesquisas de etanol celulósico, considerado biocombustível de 2ª geração, em Sertãozinho já se fala em etanol de 5ª geração. E, mais: nossa cidade corre na frente para sediar um centro internacional de pesquisas deste novo processo de produção de etanol.
Para tanto, numa iniciativa do Ceise Br e da Prefeitura Municipal, através da Secretaria de Indústria e Comércio, foi promovida a vinda do engenheiro Rafael Bianchini, diretor de Estratégias da Climate Consulting, que apresentou na última terça-feira um sumário do projeto para a produção deste novo biocombustível.
Ex-pesquisador do Centro de Pesquisas da Petrobras, Rafael Bianchini integra um seleto e competente grupo de pesquisadores, com ramificações e escritórios nos Estados Unidos, Europa e China, que trabalham com novas tecnologias para a produção de biocombustíveis.
Sertãozinho foi a cidade escolhida para sediar este centro de pesquisas internacional, por se situar no centro da maior região produtora de biocombustíveis do mundo. Além do que, a cidade reúne também um parque de cerca de 550 indústrias focadas neste setor. A grande quantidade de universidades e faculdades que estão no entorno da cidade, também contribuiu para esta escolha.
O presidente do Ceise Br, Adézio Marques e o secretário da Indústria e Comércio, Marcelo Pelegrini, querem que toda a tecnologia deste etanol de 5ª geração fique disponibilizada às nossas indústrias que terão que se qualificar e preparar para produzir os equipamentos necessários para a sua produção, inicialmente nas 437 usinas brasileiras e, passo seguinte, nas usinas que transformam cana em açúcar, etanol e bioeletricidade do mundo todo.
1º DE MAIO 1
Na próxima quinta-feira, 11, o presidente da Força Sindical do Estado de São Paulo, Danilo Pereira da Silva, se reúne com o prefeito Nério Costa para discutirem os detalhes da grande festa de 1º de Maio que será promovida aqui em nossa cidade.
Mantidas as devidas proporções, a festa de Sertãozinho deve reunir cerca de 30 mil pessoas contra os 2,5 milhões que são esperados na Praça Campo de Bagatelle, em São Paulo, onde tradicionalmente a Força Sindical promove o maior evento comemorativo ao 1º de Maio do mundo.
1º DE MAIO 2
Sertãozinho será a única cidade do interior brasileiro que terá uma festa destas proporções e que reunirá artistas de renome nacional. Todos os shows serão gratuitos e serão também promovidos sorteios ao público presente.
O evento contará com o apoio de todos os sindicatos de trabalhadores da região, incluindo os de Ribeirão Preto, associados à Força Sindical.
IX ENCONTRO DA MULHER
A Dra. Cláudia Tonielo está totalmente envolvida na organização do megaevento IX Encontro da Mulher, que será promovido com o apoio do Ceise Br, no próximo dia 21 de março, a partir das 14h, no Clube de Campo do Sol.
Toda a renda será revertida em favor de entidades beneficentes da cidade, a exemplo do que já ocorreu nas últimas oito edições do evento que merece ser prestigiado.
EXPORTAÇÃO DE ETANOL 1
A receita com a exportação brasileira de etanol caiu 76,5% em fevereiro, ante fevereiro de 2009, de US$ 54,2 milhões para US$ 17,2 milhões, segundo dados da Secex.
Em relação a janeiro, a queda foi de 84,6%.
EXPORTAÇÃO... 2
O volume exportado em fevereiro caiu 86% ante fevereiro de 2010. As exportações totalizaram 21,4 milhões de litros em fevereiro, ante 152,3 milhões de litros em janeiro.
AVANÇO DA CANA
José Garcia Gasques, coordenador de pesquisa feita pelo Ministério da Agricultura, estima que a produção de cana-de-açúcar suba para 893 milhões de toneladas, gerando 47 milhões de toneladas de açúcar e 63 bilhões de litros de álcool.
10 milhões de carros flex
O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Jackson Schneider, disse que a indústria brasileira produziu o carro flex número 10 milhões. Ele não revelou em que Estado ou montadora o veículo foi fabricado.
Ao comemorar a marca, Schneider ressaltou que a tecnologia, lançada em 2003 pela Volkswagen, é ambientalmente correta e está absolutamente consolidada, comprovada e testada por todos os fabricantes no mercado brasileiro. Em fevereiro, as vendas de veículos flex somaram 184.303 unidades, ou 87,2% do total comercializado no mês.
ADM
bateu o martelo: vai construir sua terceira usina de açúcar e álcool no Brasil. A planta ficará em Goiás. Mais uma vez, a empresa levará na garupa o ex-ministro Antonio Cabrera, sócio de suas duas usinas no país.
PERDENDO MERCADO 1
Desonerações tributárias para equipamentos importados prejudicaram a indústria nacional de máquinas, segundo a Abimaq (associação que reúne os fabricantes).
Em dezembro passado, o governo editou a medida provisória nº 472, que reduziu encargos de produtos importados para a indústria petrolífera nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.
PERDENDO MERCADO 2
Três empresas associadas à entidade participaram da concorrência para fornecer descarregador de barcaça para a Companhia Docas de Sergipe, mas perderam a compra porque não conseguiram igualar o preço ao de outra companhia, segundo a Abimaq.
A empresa vendia o produto fabricado na China por um preço que era aproximadamente 30% menor, segundo Luiz Aubert Neto, presidente da associação. O contrato era de cerca de R$ 10 milhões.
PERDENDO MERCADO 3
Aubert Neto diz que fabricantes nacionais, apesar de terem capacidade de produção, enfrentarão problemas para oferecer equipamentos para novas plantas.
“A indústria brasileira tem condições de oferecer cerca de 80% das máquinas e equipamentos que serão demandadas nessas refinarias. Nosso único problema é igualar o preço", confirma Walter Lapietra, empresário do setor, ligado à Abimaq.
CUSTOS ALTOS 1
Segundo a consultoria Datagro, entre 2002 e 2010 os custos de produção das usinas quase triplicaram. Em 2002, a produção de um litro de álcool anidro (misturado à gasolina) custava 17 centavos de dólar, valor que em 2010 já estava em 45 centavos de dólar.
Por essas e outras o investimento para se construir uma nova usina no Centro-Sul saltou, na mesma comparação, de US$ 35 a US$ 40 por tonelada para entre US$ 100 a US$ 110 a tonelada de cana processada. Esse valor recuou nos anos de crise, mas já voltou a aumentar com o cenário otimista.
CUSTOS ALTOS 2
Na mesma comparação, se for descontada a inflação, o preço do álcool recuou. Da safra 2002/03 para a 2009/10, os preços médios do anidro vendido pelas usinas às distribuidoras (sem impostos) caíram de R$ 1,12 o litro para aproximadamente R$ 0,99, segundo dados do Cepea/Esalq já deflacionados pelo IGPM.
CUSTOS ALTOS 3
Independentemente da equação, Antônio de Pádua Rodrigues, diretor-técnico da União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica), lembra que novos aportes serão necessários.
“Até 2015, o consumo interno de álcool deve dobrar de 26 bilhões para 50 bilhões de litros, e a demanda externa pelo produto brasileiro pode chegar a 15 bilhões de litros. Isso exigirá investimentos US$ 50 bilhões em novas usinas de etanol. Mas tais aportes ainda não estão acontecendo”.
CUSTOS ALTOS 4
As indústrias de base que fornecem equipamentos para usinas corroboraram a tendência de mais investimentos, mas menores. Líder nesse mercado, a Dedini, de Piracicaba (SP), é exemplar. A empresa projeta vendas de R$ 1,3 bilhão em 2010, 25% mais que em 2009 mas longe do recorde de R$ 3 bilhões de 2007, quando havia mais projetos do que cana.
CUSTOS ALTOS 5
A curva ascendente do número de novas usinas estreantes em todo o país tornou-se mais aguda em 2005, quando cinco unidades entraram em operação, segundo a Job Economia e Planejamento.
Em 2006 foram 12, em 2007 mais 17 começaram a rodar e em 2008, mesmo com os sinais de que tempos difíceis viriam, foram 29.
CUSTOS ALTOS 6
Dali em diante, dezenas de projetos ficaram pelo caminho e os que avançaram o fizeram com empréstimos-ponte, endividamento a juros altos, venda de ativos e consolidações.
Com isso, aponta a Job, 20 usinas entraram em operação em 2009 e a previsão para 2010 é de 15 estreias, o que levará o número total para 472.
CUSTOS ALTOS 7
Esse “efeito inercial” de projetos que não podiam parar colaboraram para manter os desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em alta.

“Quem não contesta o mal o favorece” – Cícero (106AC-43AC), político e orador romano
“Escolhemos Sertãozinho para organizar a única grande festa do 1º de Maio do interior brasileiro, não apenas porque a cidade é sede da maior região produtora de biocombustíveis do mundo, mas também porque o prefeito Nério Costa é nosso companheiro há muito tempo e sua administração está voltada a atender aos anseios dos trabalhadores e de suas famílias” – Danilo Pereira da Silva, presidente da Força Sindical do Estado de São Paulo
“No país do etanol, Mitsubishi vai batalhar pelo carro elétrico. Montadora apresenta veículo e abre discussão sobre nicho que pode ter até 10% do mercado na próxima década. Consumidor só poderá comprar o modelo em 2013” – O Estado de S.Paulo, 28/2
“Brasileiro paga uma das tarifas de eletricidade mais caras do mundo. Valor é mais alto que no Canadá, Estados Unidos, Noruega, França e México e deve aumentar ainda mais este ano” – O Estado de S.Paulo, 28/2
“Para Wall Street, tranto faz serra ou Dilma. Diferentemente de 2002, bancos e fundos dos EUA dizem não ter preferência entre petista ou tucano na disputa presidencial” – Folha de S.Paulo, 3/3
“Romaria a Minas tenta fazer Aécio vice de Serra. Dirigentes e líderes do PSDB, DEM e PPS tentam criar fato político capaz de reverter queda do governador paulista nas pesquisas para Presidência” – O Estado de S.Paulo, 2/3
“Lula e FHC elevaram impostos e gastos. Governos têm menos diferença do que sugerem ataques contra o ‘Estado mínimo’ de um lado, e o ‘inchaço da máquina’, de outro. Despesas com pessoal das duas administrações estão em patamar semelhante, enquanto FHC supera Lula em relação a investimentos” – Folha de S.Paulo, 28/2
“Vantagem de Serra sobre Dilma baixa para 4 pontos. Em cenário com Ciro, tucano cai 5 pontos, com 32%, e petista sobe 5, para 28%. Candidato do PSB está estagnado, assim como Marina Silva, do PV, que mantém o patamar de 8% do levantamento anterior” – Idem
“PT prepara chapa com Mercadante e Marta em SP” – O Estado de S.Paulo, 4/3
“Dirceu chama caso Eletronet de ‘campanha política’ contra o PT. Ex-ministro admite ter recebido R$ 620 mil de empresário que comprou empresa por R$ 1” – O Estado de S.Paulo, 3/3
“Nova sede da TV Brasil vai custar R$ 9,5 milhões ao ano. Prédio alugado na região central tem mais de 17 mil m² – O Estado de S.Paulo, 5/3
“Fevereiro bate recorde de venda de carros para o mês. Mesmo sendo mês mais curto, foram vendidos 221 mil veículos; resultado do 1º bimestre supera em 9,4% as vendas do mesmo período em 2009” – O Estado de S.Paulo, 2/3
“Indústria e varejo vão crescer no mesmo ritmo. Previsão é de alta de 8,6%; resultado discrepante de 2009 não se repetirá” – Idem
“Fraude faz OAB cancelar segunda fase de exame” – O Estado de S.Paulo, 3/3
“
Estudo liga infidelidade masculina a QI mais baixo.
Psicólogo diz que homens que não traem as parceiras são mais inteligentes e 'evoluídos'” – BBC Brasil, 2/1

A advogada Cláudia Tonielo e a empresária Conceição Ferreira Turini são as entrevistados do TV BrasilAgro, que vai ao ar pela STZ TV neste domingo (7h às 8h) com reapresentações na terça-feira (15h10 às 16h10) e na sexta-feira (21h30 às 22h30). O programa também pode ser assistido a partir desta terça-feira nos sites www.brasilagro.com.br
e www.portaldoagronegocio.com.br.
Foto: Lena Aguilar


A prefeitura do Rio de Janeiro proibiu o xixi nas ruas. Mas, convenhamos, antes da proibição do xixi nas ruas do Rio, deviam proibir as cagadas em ‘Brasólia’.
Para a revista, ele tem de sair da toca logo, “se não quiser ser lembrado como o melhor presidente que o Brasil nunca teve”.
Uma candidatura a deputado federal está estimada entre R$ 3 a R$ 4 milhões só para “começar o jogo” da campanha eleitoral de 2010.
“Quantos foram os degraus na escada Richard deste terremoto?”
Sacanagem esta notícia de que assaltaram a casa do publicitário Marcos Valério, aquele do “mensalão do PT”. Será que não existe mais ética entre os ladrões?
Dizem os invejosos dos palmeirenses, santistas e são-paulinos que os participantes no cruzeiro marítimo do Corinthians, em comemoração ao centenário, “ficaram a ver navios”.